Quais são os perigos que os arquivos anexados no e-mail podem oferecer?

O e-mail é uma das principais e mais práticas maneiras de enviar e receber arquivos na internet. Por esse motivo, a troca de mensagens eletrônicas se tornou uma porta de entrada livre para os vírus e outros bytes mal intencionados.

Essas pragas costumam estar impregnadas nos arquivos anexados, pegando carona no e-mail para ter acesso aos computadores. E os vírus possuem vários truques para atingir os objetivos. Veja alguns deles:

Camuflagem - Como é difícil inserir um vírus em arquivos de fotos e músicas, os itens que contém o vírus podem estar escondidos como se fossem imagens ou melodias. É possível identificar essa trapaça olhando a extensão do objetivo. Os arquivos executáveis (e perigosos) possuem extensão .exe. Já as músicas geralmente estão em formato .mp3, .wav, entre outros. A solução é fugir dos .exe.

Tamanho do arquivo - Outra característica que identifica um vírus é o seu tamanho. Se você estiver na dúvida, pois o arquivo que você recebeu realmente é um executável, avalie o tamanho do anexo. Os vírus raramente alcançam os 2 MB de peso.

Keylog - Na tentativa de capturar dados do usuário, como senhas, e-mails ou outros códigos, vários e-mails são enviados com uma forma de vírus chamado keylog (registro de chave, em português). O keylog costuma acompanhar o arquivo em anexo.